Olá pessoal! estive sumido por um tempo além do que eu queria. Estou no final do curso e ando muito cheio de atividades.
Mas eu tenho uma novidade. Agora este blog será alimentado via a Ferramenta Tumblr. Você já pode clicar na coluna ao lado para acessar a novidade.
abraços
sexta-feira, 13 de maio de 2011
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
DEU NA FOLHA DE SÃO PAULO
BENÇÃO CATÓLICA PARA UNIÃO GAY GERA POLÊMICA NA BÉLGICA
No último dia 13 uma cerimônia de casamento de um casal gay provocou muito barulho na Bélgica. Michel e Christian, de 45 3 43 anos, que se conheceram pela internet há um ano e meio, resolveram selar o seu compromisso com uma benção.
A cerimônia seria realizada por um padre amigo deles. Entretanto como este padre não estava disponível eles decidiram, após irem à Prefeitura de Liége a bordo de uma limusine branca procurar uma igreja para serem abençoados.
O capuchinho Germain Dufor, um padre operário e ex-senador ecologista, celebrou a cerimônia na igreja de Sain-Servais. O padre abençoou as alianças mas não repartiu a comunhão. Por isso o sacramento não foi considerado válido.
O porta-voz dos bispos da Bélgica, Eric De Beukelaere, criticou o fato e não considerou a cerimônia como casamento religioso. Ele lembrou que homossexuais "são bem-vindos em nossas igrejas", mas insistiu que o sacramento do casamento é "reservado aos casais formados por um homem e uma mulher".
Segundo a rádio belga RLT, a cerimônia foi considerada "um escândalo" pela igreja que "lamentou o fato". Entretanto, os noivos se defendem dos críticos dizendo: "Somos católicos e os dois queriam se casar na igreja".
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Tropa não obedece a militar homossexual, diz general no Senado
Está em todos os noticiários de hoje. O general Raimundo Nonato de Cerqueira Filho, indicado para o Supremo Tribunal Militar (STM) afirma em outra palavras que os homossexuais não servem para o exército.
Mas não servem por quê? Ora, nós não somos inocentes, sabemos que por detrás de um discurso com base teórica, existe na realidade um preconceito fundado na mais arcaica de todas as concepções. A de que a orientação sexual possa interferir na capacidade intelectual prejudicando a sua liderança.
Caso fosse assim, não haveria nenhum líder homossexual ou alguma pessoa proeminente nos vários campos de atuação humana.
O que dizer de Joana D'arc? Harvey Milk? Revdº Troy Perry? E tantos e tantas líderes que de forma anônima atuaram e atuam para a construção de uma sociedade plural e fraterna.
Quando o general cita a situação de guerra indicando que os homossexuais não suportam a pressão e que deveriam buscar outra "atividade profissional", ele se esquece que não existe pressão maior do que viver acuado, administrando duas vidas. Como diria Pessoa: "temos todos que vivemos, uma vida que é vivida e outra que é pensada."
Na realidade, o general demonstra um total desconhecimento sobre a homossexualidade, mesmo porque estando ele sobre suas botas e por detrás de seu uniforme seria impossível compreender sem antes sair do seu lugar e ir para a janela observar o mundo.
O grande problema das instituições históricas é que de tão velhas que não conseguem enxergar um palmo à frente do nariz!
Mas não servem por quê? Ora, nós não somos inocentes, sabemos que por detrás de um discurso com base teórica, existe na realidade um preconceito fundado na mais arcaica de todas as concepções. A de que a orientação sexual possa interferir na capacidade intelectual prejudicando a sua liderança.
Caso fosse assim, não haveria nenhum líder homossexual ou alguma pessoa proeminente nos vários campos de atuação humana.
O que dizer de Joana D'arc? Harvey Milk? Revdº Troy Perry? E tantos e tantas líderes que de forma anônima atuaram e atuam para a construção de uma sociedade plural e fraterna.
Quando o general cita a situação de guerra indicando que os homossexuais não suportam a pressão e que deveriam buscar outra "atividade profissional", ele se esquece que não existe pressão maior do que viver acuado, administrando duas vidas. Como diria Pessoa: "temos todos que vivemos, uma vida que é vivida e outra que é pensada."
Na realidade, o general demonstra um total desconhecimento sobre a homossexualidade, mesmo porque estando ele sobre suas botas e por detrás de seu uniforme seria impossível compreender sem antes sair do seu lugar e ir para a janela observar o mundo.
O grande problema das instituições históricas é que de tão velhas que não conseguem enxergar um palmo à frente do nariz!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
O MOVIMENTO CRISTÃO CONTRA A HOMOFOBIA E DISCRIMINAÇÃO

Olá pessoas!
Conforme afirmei no final do post anterior, a cada dia cristãs e cristãos gays têm se unido para lutar contra o histórico preconceito das instituições "ditas cristãs" que pregam a discriminação e preconceito indo de encontro às palavras de Jesus: "VINDE A MIM TODOS E TODAS VÓS"
Instituições cristãs como a Igreja da Comunidade Metropolitana realizam um trabalho de releitura bíblica, denunciando todo abuso e opressão que aqueles e aquelas que portam os óculos do preconceito não são capazes de enxergar.
Nas igrejas inclusivas todos e todas possuem a liberdade de desenvolver a sua espiritualidade livres de qualquer cerceamento.
No dia 24 de janeiro de 2010 mais 15 pessoas se tornaram membros da ICM Belo Horizonte comprovando que é possível conciliar sexualidade e espiritualidade. Quando somos convidados por Jesus, somos chamados por inteiro. Com tudo o que temos e somos.
A Igreja Católica e a polêmica sobre adoção de crianças or casais homossexuais
Depois de um Longo e tenebroso silêncio, volto a publicar no "Garganta". Infelizmente não trago boas notícias. Apesar do avanço do México ao permitir a igualdade dos casais homossexuais e dos heterossexuais e a adoção por eles de crianças, a Igreja Católica publica um artigo simplesmente estarrecedor.
Segundo o site "Mundo Mais" a Igreja Católica publicou um artigo no jornal "Desde la Fé" argumentos que comprovam o total desconhecimento do modo de vida de homossexuais classificando-os como perniciosos, prostitutos e pedófilos.
Leia a matéria:
MÉXICO – A Arquidiocese da Cidade do México publicou um artigo no jornal Desde La Fe com uma explicação bizarra para que casais homossexuais não adotem crianças. De acordo com o texto, a Igreja segue a missão que lhe foi confirmada por Cristo e diz que os homossexuais devem permanecer castos e que, se adotarem crianças, será para cometer abuso sexual e usá-las para a prostituição.
As declarações são uma resistência à lei de reforma no Código Civil da Cidade do México. Aprovada em 29 de dezembro, a lei prevê igualdade de tratamento entre casais heterossexuais e homossexuais. Inclusive no que diz respeito à adoção de crianças. A lei entra em vigor em março. Segundo o longo artigo, os homossexuais devem ser “abraçados” com respeito, compreensão, sensibilidade, evitando qualquer discriminação injusta.
“Não é a homossexualidade em si, mas sim relações sexuais homossexuais que a Igreja condena porque são intrinsecamente desordenadas", contradiz. O texto prossegue dizendo que os atos homossexuais são “contrários à lei natural, fecham o ato sexual ao dom da vida e que eles não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira”. Depois prega a castidade aos homossexuais.
Castidade homossexual – "A Igreja convida os homossexuais, assim como todas as pessoas solteiras, a viver em castidade", afirma o documento antes de ressaltar que os casos de abuso infantil não tiram da Igreja sua autoridade moral para se opor à nova lei. Precisamente por essa "vergonhosa e dolorosa experiência", pela qual a Igreja pediu perdão, é que ela tem "a autoridade para alertar sobre os perigos que as crianças enfrentam em um ambiente homossexual".
No que diz respeito à aprovação da lei da união civil e da adoção no México, o artigo afirmava que ser bons pais não é apenas uma questão de prover as necessidades materiais das crianças, mas também garantir o seu "desenvolvimento físico, mental e moral". "Não importa o quão boas as intenções dos pais homossexuais" possam ser. Seu estilo de vida terá muito impacto sobre as crianças", diz o texto.
Pedofilia – Quanto ao abuso sexual das crianças, a Igreja católica mexicana diz que "crescer em um ambiente homossexual não pode ser bom para uma criança”. Sobre a questão da identificação dos filhos com os pais, a Arquidiocese da Cidade do México é perniciosa. “Em quem irão se espelhar? Vão querer usar gliter? Se maquiar? Dormir com outros homens?".
A que ponto chegamos! Apesar de todo o avanço já conquistados ainda temos de
Todavia a luta tem novos flancos surgindo por toda a América Latina. Aqui no Brasil é notório o crescimento das Igreja Inclusivas que são instituições cristãs que pregam a igualdade, compreensão e diz um grande e declarado NÃO À TODA FORMA DE DISCRIMINAÇÃO E PRECONCEITO!
Segundo o site "Mundo Mais" a Igreja Católica publicou um artigo no jornal "Desde la Fé" argumentos que comprovam o total desconhecimento do modo de vida de homossexuais classificando-os como perniciosos, prostitutos e pedófilos.
Leia a matéria:
MÉXICO – A Arquidiocese da Cidade do México publicou um artigo no jornal Desde La Fe com uma explicação bizarra para que casais homossexuais não adotem crianças. De acordo com o texto, a Igreja segue a missão que lhe foi confirmada por Cristo e diz que os homossexuais devem permanecer castos e que, se adotarem crianças, será para cometer abuso sexual e usá-las para a prostituição.
As declarações são uma resistência à lei de reforma no Código Civil da Cidade do México. Aprovada em 29 de dezembro, a lei prevê igualdade de tratamento entre casais heterossexuais e homossexuais. Inclusive no que diz respeito à adoção de crianças. A lei entra em vigor em março. Segundo o longo artigo, os homossexuais devem ser “abraçados” com respeito, compreensão, sensibilidade, evitando qualquer discriminação injusta.
“Não é a homossexualidade em si, mas sim relações sexuais homossexuais que a Igreja condena porque são intrinsecamente desordenadas", contradiz. O texto prossegue dizendo que os atos homossexuais são “contrários à lei natural, fecham o ato sexual ao dom da vida e que eles não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira”. Depois prega a castidade aos homossexuais.
Castidade homossexual – "A Igreja convida os homossexuais, assim como todas as pessoas solteiras, a viver em castidade", afirma o documento antes de ressaltar que os casos de abuso infantil não tiram da Igreja sua autoridade moral para se opor à nova lei. Precisamente por essa "vergonhosa e dolorosa experiência", pela qual a Igreja pediu perdão, é que ela tem "a autoridade para alertar sobre os perigos que as crianças enfrentam em um ambiente homossexual".
No que diz respeito à aprovação da lei da união civil e da adoção no México, o artigo afirmava que ser bons pais não é apenas uma questão de prover as necessidades materiais das crianças, mas também garantir o seu "desenvolvimento físico, mental e moral". "Não importa o quão boas as intenções dos pais homossexuais" possam ser. Seu estilo de vida terá muito impacto sobre as crianças", diz o texto.
Pedofilia – Quanto ao abuso sexual das crianças, a Igreja católica mexicana diz que "crescer em um ambiente homossexual não pode ser bom para uma criança”. Sobre a questão da identificação dos filhos com os pais, a Arquidiocese da Cidade do México é perniciosa. “Em quem irão se espelhar? Vão querer usar gliter? Se maquiar? Dormir com outros homens?".
A que ponto chegamos! Apesar de todo o avanço já conquistados ainda temos de
Todavia a luta tem novos flancos surgindo por toda a América Latina. Aqui no Brasil é notório o crescimento das Igreja Inclusivas que são instituições cristãs que pregam a igualdade, compreensão e diz um grande e declarado NÃO À TODA FORMA DE DISCRIMINAÇÃO E PRECONCEITO!
domingo, 10 de maio de 2009
AS COISAS MUDAM....

Olá Pessoas!
Apesar de lentamente as coisas estão começando a mudar. O pessoal de Fortaleza está promovendo uma Semana de Combate à Homofobia. Quem diria hien!? A terra do "cabra-macho" propondo este tipo de discussão.
Graças a Deus e a militância engajada na luta novos tempos surgem no horizonte.
Tenho um amigo no Ceará e ele vai reportar a mim as informações que vou publicar aqui no blog.
Beijos e até a próxima!
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Prefiro não comentar...
Olá Pessoas!
Este post deixo para cada um e cada uma refletirem.
Pastores abortam parada gay em BH
Leonardo Augusto - Estado de Minas
A Comissão de Legislação e Justiça (CLJ) da Câmara de Belo Horizonte barrou projeto de lei que institui o Dia Municipal da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Dos cinco integrantes da comissão, apenas dois votaram. Ambos contra. Carlos Henrique (PR) e Divino Pereira (PMN), ambos pastores evangélicos. O presidente da CLJ, Sérgio Fernando (PHS), ligado ao movimento da Igreja Católica conhecido como Renovação Carismática, se absteve.
Os outros dois integrantes da comissão, João Vitor Xavier (PRP) e o relator do texto, Pablito (PTC), ambos a favor do projeto, reclamaram do tratamento dado pelos colegas à proposição. “Eles votaram contra por motivos pessoais e não avaliaram o texto constitucionalmente, mas no mérito, o que deve ser feito exclusivamente no plenário”, argumentou Pablito. Conforme os dois parlamentares, não há qualquer impedimento na legislação para que o projeto fosse aprovado. “Derrubaram por motivos religiosos”, pontuou João Vítor Xavier.
O vereador afirma ainda ter sido vítima de uma manobra para que o projeto fosse derrubado mais facilmente. “Existe um acordo informal entre os integrantes da comissão. As sessões só começam às 13h30. Cheguei às 13h20 e o projeto já havia sido derrubado”, acusou. Além de reprovarem o projeto, os vereadores transferiram a relatoria da proposta para o pastor Carlos Henrique.
João Vitor afirma ainda que o presidente da comissão também votaria contra o projeto na hipótese de empate na votação. “Minha opinião é que ele votaria com os pastores”, afirma. Sérgio Fernando diz que se absteve “porque não tinha conhecimento formado no sentido jurídico”. Os dois vereadores que votaram contra o texto não retornaram contato feito pela reportagem. O presidente da comissão afirmou que tanto Carlos Henrique quanto Divino Pereira não justificaram o voto contrário ao texto. “É uma posição do parlamentar”, argumentou.
Pelo regimento da Câmara de Belo Horizonte, o novo relator tem cinco dias úteis para apresentar novo parecer sobre o projeto. O posicionamento do parlamentar será submetido à CLJ, o que deverá ocorrer segunda-feira, quando acontecem as reuniões ordinárias da comissão. A autora do projeto, que prevê a comemoração da data em julho, é a vereadora Luzia Ferreira (PPS), presidente da Câmara. Em viagem a Brasília, a parlamentar não foi localizada para comentar a decisão da CLJ.
Até a próxima
Este post deixo para cada um e cada uma refletirem.
Pastores abortam parada gay em BH
Leonardo Augusto - Estado de Minas
A Comissão de Legislação e Justiça (CLJ) da Câmara de Belo Horizonte barrou projeto de lei que institui o Dia Municipal da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Dos cinco integrantes da comissão, apenas dois votaram. Ambos contra. Carlos Henrique (PR) e Divino Pereira (PMN), ambos pastores evangélicos. O presidente da CLJ, Sérgio Fernando (PHS), ligado ao movimento da Igreja Católica conhecido como Renovação Carismática, se absteve.
Os outros dois integrantes da comissão, João Vitor Xavier (PRP) e o relator do texto, Pablito (PTC), ambos a favor do projeto, reclamaram do tratamento dado pelos colegas à proposição. “Eles votaram contra por motivos pessoais e não avaliaram o texto constitucionalmente, mas no mérito, o que deve ser feito exclusivamente no plenário”, argumentou Pablito. Conforme os dois parlamentares, não há qualquer impedimento na legislação para que o projeto fosse aprovado. “Derrubaram por motivos religiosos”, pontuou João Vítor Xavier.
O vereador afirma ainda ter sido vítima de uma manobra para que o projeto fosse derrubado mais facilmente. “Existe um acordo informal entre os integrantes da comissão. As sessões só começam às 13h30. Cheguei às 13h20 e o projeto já havia sido derrubado”, acusou. Além de reprovarem o projeto, os vereadores transferiram a relatoria da proposta para o pastor Carlos Henrique.
João Vitor afirma ainda que o presidente da comissão também votaria contra o projeto na hipótese de empate na votação. “Minha opinião é que ele votaria com os pastores”, afirma. Sérgio Fernando diz que se absteve “porque não tinha conhecimento formado no sentido jurídico”. Os dois vereadores que votaram contra o texto não retornaram contato feito pela reportagem. O presidente da comissão afirmou que tanto Carlos Henrique quanto Divino Pereira não justificaram o voto contrário ao texto. “É uma posição do parlamentar”, argumentou.
Pelo regimento da Câmara de Belo Horizonte, o novo relator tem cinco dias úteis para apresentar novo parecer sobre o projeto. O posicionamento do parlamentar será submetido à CLJ, o que deverá ocorrer segunda-feira, quando acontecem as reuniões ordinárias da comissão. A autora do projeto, que prevê a comemoração da data em julho, é a vereadora Luzia Ferreira (PPS), presidente da Câmara. Em viagem a Brasília, a parlamentar não foi localizada para comentar a decisão da CLJ.
Até a próxima
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